segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Morreste (:

Perdeste todo o encanto. Todo o teu charme, toda a tua alegria, o teu mundo acabou, e com ele tudo o que te rodeava te esqueceu. Morreste de uma forma muito diferente, morreste sem seres esquecido por todos, mas morreste por teres sido esquecido por mim. Perdeste tudo quando tentaste ser diferente do que eras, e precisamente por isso morreste para mim.
E isto está a pedir conclusão mas não a vou dar.

(ps. estou a escrever muito hoje porque nao tenho escrito, e é para compensar xD)

...

Para eles, era já um ritual, era a maneira de dizerem “amo-te” um ao outro. No fundo, o que é a violência, senão uma dança sem coreografia?

Pesadelos

Ontem tive o sonho mais estranho. Sonhei que estavas comigo e que te chamaram, com um ar aflito. Fui contigo, e puseste um braço à volta da minha cintura, mais com um ar protector do que propriamente possessivo. Deram-nos aquela noticia que já esperava ouvir há anos mas da qual nunca me tinha inteiramente apercebido. Todo o meu mundo pareceu desabar e eu provavelmente desabaria também, se não estivesse segura por ti. Levantaste-me com cuidado e seguraste-me muito perto de ti. Encostei-me ao teu peito, abafando as minhas emoções. Não podia chorar ali, naquele sítio cheio de gente. Fechei os olhos, fingindo dormir, e encostaste os teus lábios ao meu pescoço, solidariamente. Abri os olhos. Estava no meu quarto e tu voltaste para onde estavas, para onde tu pertencias. Para os meus sonhos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

(In)Felicidade

Só quando batemos fundo é que nos apercebemos dos amigos que temos. Só quando perdemos o interesse e a emoção é que sabemos que afinal, até éramos especiais para alguém. Podemos estar felizes, ou achar que sim, quando estamos no ponto alto da nossa vida. Mas quantas vezes nos lembramos dos outros nesses momentos? Quando algo nos entusiasma a sério, quando estamos loucos de felicidade, quando o dia nos está a correr na perfeição, quantas vezes pensamos que o outro, ao nosso lado, pode precisar de um amigo, de um abraço? Quantas vezes paramos para pensar no que está a acontecer com quem passa ao nosso lado? Zero. É triste.