sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Liberdade :/ 2


Eu pedi-te. Pedi-te para me soltares e não me prenderes à terra, a ti, e tu não deste ouvidos. Como sempre. E eu vou sofrer. Como sempre. Estou farta! Pára, pára! Eu tenho direito à minha solidão, à minha individualidade. Deixa-me sofrer em paz, por favor, e não olhes para mim. Não cortaste a corda e agora é tarde demais. Não consigo voar. Deixa-me em paz enquanto sofro, não quero que ninguém me veja assim.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Liberdade :/


Eu não quero sentir nada por ninguém e quero ser livre e quero voar, e não quero estar presa a ninguém. A ti. Por isso deixa-me viver a minha vida em paz e não me roubes a felicidade. Corta-me as cordas antes que seja tarde de mais. Deixa-me ser feliz.

domingo, 13 de novembro de 2011

Quando estamos longe


Bom dia.
Hoje é um dia, e não uma noite, por isso sim, bom dia!
Tenho saudades tuas.
Não tenho.
Que se lixe.
Sim, tenho saudades.
Amanhã vou estar melhor.
Ou não.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Anos

Acabei de me aperceber que amanhã faz um ano que criei um blogue! Até amnhã :D

Hoje


Olhei as frases que escrevi  há mais de um ano atrás “Mórbida. Hoje sinto-me mórbida.” E ri-me. Hoje também me sinto mórbida. :P

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Direitos


Somos todos iguais, todos nós nascemos, vivemos, amamos, morremos. Porque é que achamos que somos superiores ao resto do mundo, quando obviamente não somos? Porque é que continuamos a ser egoístas e a magoar os outros, quando não passamos de mais uma pessoa, com os mesmos direitos e deveres?
O mundo está todo trocado, e deixamos que isso aconteça.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Contra.


Eu não.
Não vou fazer o que os outros fazem só porque os outros o fazem. Não vou fazer directas, não. Não vou desenhar o arco-íris, não. Não vou comer cereais com leite, não.
Não vou acordar cedo, ok, ninguém acorda cedo. Vou acordar cedo e ir contra a corrente, fazer o impensável e suicidar-me. Isso não faz sentido, ainda não tenho razões para o fazer.
Cala-te. Cala-te, cala-te, cala-te e pára de pensar, pára de falar. Também tenho direito ao silencio, também tenho direito a viver.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Vidas


Estou cansada de ter 2 vidas. 3. 4. Gostava de poder tirar todas as mascaras e… não sei, dançar na rua, rodopiar até ficar tonta, deitar-me na estrada e correr em pontes. Equilibrar-me nas linhas de comboios e metros e dormir num muro. Gostava de deixar um rasto de folhas pelo chão enquanto rodopiava sem sentido. Tirar fotografias a alguém especial, conversas até ficar rouca. Criarei uma lista de coisas para fazer até morrer.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Relembrar


Sabem aqueles momentos em que nos pomos a ver fotografias para relembrar momentos? :x
Aconteceu-me…

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Conversas (in)termináveis


Às vezes falamos com pessoas com quem temos cliques instantâneos, com quem temos tanto em comum, às vezes não conseguimos parar de falar com alguém, e desejamos que o tempo pare enquanto falamos e continuamos a falar para sempre. Queremos congelar momentos na nossa cabeça, e quando queremos descongela-los, tentar de novo falar com essas pessoas, perdemos o contacto. Esquecemo-nos uns dos outros e tudo o que desejamos é voltar atrás, voltar àquele momento em que começámos a falar e recomeçar, com novas conversas, para termos mais tempo. Era tudo muito bom, mas impossível.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Autoconhecimento

Há quem diga que eu preciso de me autoconhecer para saber do que sou capaz.


E se eu não quiser saber do que sou capaz?

sábado, 6 de agosto de 2011

Felicidade

Vamos parar de viver dramatismos!
Gosto daquela pessoa... Ele(a) não gosta de mim!!! O mundo vai acabar!  - e morreram (in)felizes para sempre.
Quero aquela coisa... Não posso, não tenho dinheiro!!! O mundo vai acabar! - e morreram (in)felizes para sempre.
Não sou feliz, nunca me acontece nada de bom.... O mundo vai acabar! - e morreram (in)felizes para sempre.

Estou farta. Completamente. Gostas de alguém e essa pessoa não gosta de ti. O mundo não acaba, há mais e melhor por aí! Queres uma coisa fora do teu orçamento. Poupa, e se não conseguires não vais morrer por isso! Nunca te acontece nada de bom? Olha à tua volta! Nada de bom acontece na tua vida, nunca nada aconteceu? Isso de certeza que não é verdade. Para estares a rever a tua vida é porque estás vivo(a), e isso já é muito bom!

Estou farta de "Ai, eu também estou assim, quem me dera..." e cenas do género. Somos felizes porque tivemos a oportunidade de viver. Dêem graças e sorriam!

Destino

Tenho vindo a aperceber-me, nestes últimos tempos, que a nossa vida não é aquilo que imaginávamos quando eramos pequeninos. Vamos enfrentar a realidade: Quando nascemos, a pessoa em que nos vamos tornar não está ainda formada. Ninguém sabe qual vai ser a nossa profissão, os nossos interesses, as nossas opções, os nossos erros. Quando começamos a escola, parece-nos tudo fácil. Vamos andar na escola, e quando acabarmos vamos ter uma profissão bonita que nos vai dar dinheiro, e vamos encontrar alguém para estar connosco e ter filhos e... NÃO! Incorrecto. Vamos andar na escola, vamos fazer opções certas ou erradas e isso vai influenciar a nossa maneira de ver a vida. Vamos cair no desemprego, ou ter um que não nos vai satisfazer. Vamos encontrar o amor da nossa vida, e depois de um casamento curto, há um divórcio horrivel por causa de traições ou violencias. Ou encontramos o amor da nossa vida e nunca há casamento. Vamos ter filhos que desejarão estar mortos, ou filhos excepcionais que vão tomar conta de nós. Tudo isto está no futuro de cada um. Cada escolha que se faz influencia o futuro, e por isso mesmo ele está em constante mudança. Vamos mudar o nosso futuro para um emprego estável e que nos contente, um casamento feliz e crianças contentes e cultas?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Colher de Chá

Quanta melancolia cabe numa colher de chá?

Vento

O que é que se tem passado contigo? O vento levou as tuas memórias, como juraste nunca acontecer? O mar lavou as tuas lágrimas, como sempre prometeste que não aconteceria? Esqueceste-me com essa facilidade absurda com que esqueces todos quando se trata do teu sonho? Eu sinto-me culpada por tudo o que nos levou a separar. No fundo, no fundo, fui eu que te afastei, como te tinha prometido nunca acontecer. Sim, culpo-me todos os dias e todos os dias quero voltar a ver aquele sorriso que prometemos que o vento nunca levaria… mas o vento é mais forte do que eu.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Chega!

Chega de tristeza e de lamechice; chega de coragem e de força; chega de alegria e de frustração. Chega de a, b, c. Chega de conflitos, de desastres, de mentiras e estupidez. Chega de chegar a casa tarde ou cedo, chega de chegar, sequer. Chega de obedecer, de obrigar, de ajustar, de compreender. Chega da vida que levamos todos os dias. Olá, Tudo bem, Adeus. Chega de transportes privados e públicos, chega de línguas e de costumes. Chega de diferenças e de desigualdade de direitos. Chega da individualidade do dia-a-dia. Chega da corrupção, do roubo, do assassínio, do crime. Chega de dormir porque sim, chega de acordar cedo cansados. Chega de liberdades excessivas e de prisioneiros em casa. Chega de vivermos para algo maior quando o algo maior é a morte. Chega de sermos sempre os mesmos quando todos nos pedem para mudar. Chega.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Verdade

A verdade?
A verdade não se encontra numa esquina, quando passas na rua.
 A verdade não aparece no trabalho ou na escola.
A verdade não se mostra quando pedes.

A verdade esconde-se nas crianças e nos seus sorrisos :D
reparei agora que ando a escrever praticamente só nos dias 28 e 29 destes ultimos meses... ando mesmo perdida :\

Chuva de Verão :)

A chuva volta, e com ela a minha imaginação e a minha constipação também. Vá, não é bem constipação, é só o nariz entupido. Vamos falar pelo nariz? Custa a escrever, senão tentava. :D
Sim, a minha preguiça também voltou. Aliás, essa nunca parte. Faz parte de nós… como o egoísmo. Ou como eu gosto mais de lhe chamar, o egocentrismo. Vivemos com os outros sem olhar verdadeiramente para eles. Vivemos preocupados com o que vamos dizer ou o que vamos fazer, com o dinheiro que temos ou com a dieta de comprimidos. Se não olhássemos tanto para nós, nem reparávamos na nossa aparência, apenas o necessário. Se não nos prestássemos tanto tempo, sobraria dinheiro para render. Se não nos preocupássemos tanto com o que fazemos e o que dizemos, talvez pudéssemos ser verdadeiros e espontâneos, e não hipócritas e cordeiros.
A chuva veio, sim, e só com ela é que eu me apercebo do meu egocentrismo.

ps. parabéns, maninha^^

terça-feira, 29 de março de 2011

365 dias por ano

Quantos dias por ano, até morrer? 5? 20? 365? Os dias perdem a importância quando só se pensa numa coisa específica. Só nos amigos, só na família, só na escola, só naquela pessoa. Os dias perdem a importância quando se tem uma rotina fixa. Roupa cinzenta, aulas de manhã, diversão à tarde, etc. Os dias perdem toda a importância quando discutimos com amigos, quando estamos tristes, quando estamos de mau humor. Por isso, quantos dias com importância, por ano, vais viver até morrer? 5? 20? 365?

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Morreste (:

Perdeste todo o encanto. Todo o teu charme, toda a tua alegria, o teu mundo acabou, e com ele tudo o que te rodeava te esqueceu. Morreste de uma forma muito diferente, morreste sem seres esquecido por todos, mas morreste por teres sido esquecido por mim. Perdeste tudo quando tentaste ser diferente do que eras, e precisamente por isso morreste para mim.
E isto está a pedir conclusão mas não a vou dar.

(ps. estou a escrever muito hoje porque nao tenho escrito, e é para compensar xD)

...

Para eles, era já um ritual, era a maneira de dizerem “amo-te” um ao outro. No fundo, o que é a violência, senão uma dança sem coreografia?

Pesadelos

Ontem tive o sonho mais estranho. Sonhei que estavas comigo e que te chamaram, com um ar aflito. Fui contigo, e puseste um braço à volta da minha cintura, mais com um ar protector do que propriamente possessivo. Deram-nos aquela noticia que já esperava ouvir há anos mas da qual nunca me tinha inteiramente apercebido. Todo o meu mundo pareceu desabar e eu provavelmente desabaria também, se não estivesse segura por ti. Levantaste-me com cuidado e seguraste-me muito perto de ti. Encostei-me ao teu peito, abafando as minhas emoções. Não podia chorar ali, naquele sítio cheio de gente. Fechei os olhos, fingindo dormir, e encostaste os teus lábios ao meu pescoço, solidariamente. Abri os olhos. Estava no meu quarto e tu voltaste para onde estavas, para onde tu pertencias. Para os meus sonhos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

(In)Felicidade

Só quando batemos fundo é que nos apercebemos dos amigos que temos. Só quando perdemos o interesse e a emoção é que sabemos que afinal, até éramos especiais para alguém. Podemos estar felizes, ou achar que sim, quando estamos no ponto alto da nossa vida. Mas quantas vezes nos lembramos dos outros nesses momentos? Quando algo nos entusiasma a sério, quando estamos loucos de felicidade, quando o dia nos está a correr na perfeição, quantas vezes pensamos que o outro, ao nosso lado, pode precisar de um amigo, de um abraço? Quantas vezes paramos para pensar no que está a acontecer com quem passa ao nosso lado? Zero. É triste.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Algo filosófico sobre o chocolate

Chocolate: desfazem-se na boca, deixando para trás aquela espécie de líquido sólido saboroso, sabem bem durante uns 5 segundos, dependendo do tamanho do chocolate propriamente dito. Passado um minuto começa a sensação de mau hálito que se vai agravando até se comer outra coisa, como um rebuçado, ou uma pastilha, ou até mesmo outro chocolate. Se esperarmos 5 minutos depois de comer, o sabor desaparece quase por completo. É a mesma coisa quando cometemos um erro ou dizemos uma mentira. Sabe muito bem optar pela solução fácil. Ou dizer outra mentira ou cometer outro erro, mas a longo prazo não é esta a solução. Nem a forma de aprender com o passado. Quando saboreamos o nosso erro e o aprofundamos, somos capazes de aprender algo com um passado que quase inconscientemente pomos para trás das costas.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Loucura.

Louca! É o que sou! Louca por pensar que sim. Louca por achar que algum dia… Louca por todas as palavras que pensei trocar. Louca por… tudo! Louca por dizer sim quando não queria, louca por dizer não quando era o que mais queria na vida. Estou louca, por favor internem-me num lugar que saiba cuidar de mim. Pode ser numa casa de pessoas loucas, pode ser na escola, onde, debaixo de um tecto, espero que me cuidem da sanidade mental. Pode ser aqui, onde me refugio, debaixo desta ponte de palha. Pode ser. É no sítio onde deviam deixar os loucos. À beira da estrada, esperando que consigam encontrar um sítio melhor. Sim, conseguimos. Não é um sítio bom para nós fisicamente, mas é o melhor para a alma, porque qualquer lugar longe de pessoas normais, é um bom lugar para nós. Debaixo da chuva conseguimos sentir-nos normais, dentro da nossa anormalidade sabemo-nos normais, tanto quanto conseguimos. Sou louca por achar que podia um dia parecer normal. Não o sou nem nunca o serei, mas sou feliz assim. Ou não.

(não estou mesmo louca, apenas me sinto)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Cérebro

  Fuga. Helicóptero. Hospital. Joaninhas. Rir. Gosto. Tudo. Diamantes. Bebé. Multa. Querer. Zzzzzz. Comum. Sala. Azulejos. Não quero ouvir o que tudo me indica, não quero sentir o que me estão a obrigara a sentir. Obrigar. Faltava-me esta palavra. Sinto-me a desmoronar, no entanto não me sinto, sequer, a desfazer. Curioso. Chego a ser apenas uma parte daquilo a que a minha imaginação vem a chamar de abóbora, que não passa de um cérebro, um cérebro atrofiado.
  Esta também é uma boa palavra para a minha lista. Cérebro. Gosto da sua profundidade. Espera, não gosto, faz-me lembrar de tampos de sanita, não sei bem onde fui buscar esta ideia. No entanto, é um bom tema para abordar. Cérebro, como funciona exactamente? É complexo, sem dúvida, é fantástico, também, lindo. Outra palavra: Lindo. E apesar de ser lindo é feio, porque acho que parece-se um bocado com esparguete numa panela: uma confusão.
  Calem-se todos, quero ouvir apenas a ausência de palavras. Ouvir aquilo a que comummente chamam de Silencio. Finalmente. Abate-se um peso sobre as minha têmporas quando fecho os olhos e descontraio, quando finalmente todos se calam. Suplico por barulho. É doloroso, pensar e ter consciência do que se está a passar. É vertiginoso. Faltava-me esta palavra: Vertigem.