sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Tempo de chuva

A ultima vez que escrevi foi em Abril, e não posso deixar de reparar que foi sobre o tempo.

Hoje choveu.


Já repararam que quando não sabemos o que queremos esperamos algo sem o saber, e quando reflectimos nisso muitas vezes descobrimos o que queremos mas temos receio de o admitir?
E se o que queremos destruir o que já temos. E se quando um brinquedo quer companhia e deseja outro brinquedo com quem estar, a criança o substitui e fica sem companhia e sem criança?
Como ser duas coisas e ser a mesma coisa?

Sobre o tempo hoje, também esteve sol.

Como é que esteve sol hoje?
Porque o facto de haver chuva não impediu o sol de aparecer e banhar-nos com o seu sorriso. Das coisas boas vêm coisas ainda melhores, e a chuva nunca foi má :) 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Tempo


O tempo passa, passa, passa. Tenho medo de crescer. Tenho medo de deixar de ser assim. Não quero pensar já em quando for “grande”, não quero pensar já no fim. Ultimamente deparo-me com casos de velhice, e eu não quero envelhecer. Ou antes, não quero perder este meu lado mais juvenil. Quero ser para sempre como sou, congelar momentos e vive-los para sempre. O tempo passa a correr. Quero aproveitar cada segundo, mas é difícil, e quando olho para trás vou acumulando experiencias que não posso repetir. Quero voltar atrás, pegar em recordações e pô-las em bolas de neve, daquelas que quando se abanam caem farrapos brancos, que se compram como recordações de algum lugar. Quero fazer recordações de momentos, e poder partir as bolas de neve vezes sem conta, só para fingir que as estou a reviver.




domingo, 19 de fevereiro de 2012