quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Recordações

Não sei que lugares-comuns criaste, que planos fantásticos fizeste. Estou perdida na multidão de pessoas que se constroem á nossa volta. À volta do nosso mundo onde vivemos de recordaçoes. Saíste deste mundo onde eu julgava não haver ar nem se poder sobreviver sem recordações. Mas provaste-me o contrário. Foi a última coisa que me ensinaste. Agora penso que poderiamos ter planeado um mundo maior, um lugar comum onde viveriamos de sorrisos, de abraços e do presente. Mas agora é demasiado tarde.

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