Esta é a conclusão do último texto sobre sonhos. Não estou inspirada, mas só agora me apercebi realmente da noção de destruição de um sonho.
Quando um sonho é destruído, não há saudade, pois não? É que eu não sinto saudades do meu sonho. Aquele que me faz triste por me saber feliz. Se é assim matar um sonho para dar início a um novo, quero destruir sonhos todos os dias, das maneiras mais estranhas possíveis. Eventualmente vão acabar por magoar, não poder voltar atrás e reviver sonhos, mas não me preocupo. Nessa altura só vou olhar para o futuro, e encarar o passado apenas como uma página inacabada, porque cada momento que vivemos é do nosso passado e só pertence a esse lugar mágico. Esse lugar que, por enquanto, ainda é mágico. Nessa altura vou olhar para o futuro, e vê-lo como um novo amigo: cheio de surpresas. Nesse dia vou enterrar o livro da minha vida e entregar-me ao meu unico futuro: a morte.
adorei :D
ResponderEliminar